O azul do céu
visto pelos olhos
de um pensamento
a derramar
da fonte que jorra
limpa e transparente
dos olhos da dor
que chora a vida
que lhe é permitida
viver, neste ciclo
em que abraçar o céu
é fazer amor com o amor,
conjugando o verbo amar
com a paz a jorrar
em cânticos
cristalinos
que ecoam
na voz do amor
que toca
quem o é sente e doa
sem nada esperar
sendo.
Alice Barros
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